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sexta-feira, 6 de maio de 2016

SEXO À MODA DO PORTO – A VIOLÊNCIA NO NAMORO EM CONVERSA COM O DR. QUINTINO AIRES


   

No passado dia 28 de abril, a nossa biblioteca tornou-se ainda mais viva, transformando-se num verdadeiro estúdio de televisão.
A turma A, do 8º ano, ao longo do segundo período e no contexto da disciplina de Cidadania e Mundo Atual, desenvolveu um projeto no âmbito da Educação Sexual, tendo por temática a violência no namoro. Com a presença da jornalista Dr.ª Ana Guedes e do psicólogo Professor Doutor Quintino Aires – autores do programa Sexo à moda do Porto –, os alunos desenvolveram com estes intervenientes um verdadeiro diálogo. Por entre projetores, câmaras, cabos elétricos..., estes alunos verbalizaram muitas das suas dúvidas e desconfianças.
Participaram, também, nesta atividade os alunos da turma C e S, do 8º ano, contando sempre com intérpretes de Língua Gestual Portuguesa, para garantir a comunicação efetiva com todos os alunos.
Com efeito, esta atividade foi verdadeiramente inclusiva e integradora de todos os discentes sem exceção. 




Vê a reportagem do Porto Canal AQUI!

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

NA NOSSA ESCOLA: VERA WONG APRESENTA “O MEU FILHO FEZ O QUÊ?”

Wook.pt - O meu filho fez o quê???
Partindo da sua experiência na área da educação, mas também da vivência enquanto mãe, a jornalista Bárbara Wong refletiu, esta tarde, sobre aspetos fundamentais do relacionamento famílias - escola, com pais e professores da nossa comunidade educativa.
Num primeiro momento, Bárbara Wong apresentou um conjunto de estratégias passíveis de potenciar uma relação otimizada dos pais e encarregados de educação com a escola, que, certamente, resultarão num melhor ambiente de ensino e aprendizagem:
- transmissão, aos mais novos, de confiança e de expectativas positivas face à escola que frequentam;
- não cair na tentação de desvalorizar a escola perante os educandos (se os pais não acreditam na escola, como é que os filhos vão acreditar?);
- acompanhamento do percurso escolar dos educandos, participando nas reuniões com diretores de turma e outros docentes ou noutras atividades que a escola oferece;
-  quando algo pouco ortodoxo acontece, procurar ouvir todos os intervenientes (lá diz o povo que “a culpa morreu solteira” e que “não é bom juiz quem não ouve todas as partes”!);
- dialogar com os educando acerca do regulamento interno, onde estão consignados os direitos e os deveres dos elementos da comunidade educativa – uma escola é como uma grande família onde há regras a cumprir para que tudo corra da melhor forma;
- participar na associação de pais, um órgão onde se podem apresentar sugestões construtivas para o funcionamento da escola.
Na segunda parte, Bárbara Wong deu a palavra aos seus interlocutores e, nesse momento, todos puderam partilhar experiências, refletir conjuntamente sobre mitos e falácias criados ou  preocupações sentidas, bem como encontrar respostas para os seus anseios.
Uma palestra muito interessante e um livro a não perder!

quinta-feira, 30 de abril de 2015

SEMANA DA LEITURA - 24 DE ABRIL NA BIBLIOTECA

 

No último dia da nossa “Semana da Leitura”, Manolito Gafotas  (que é como quem diz Manelito, Caixa de Óculos) de Elvira Lindo, chegou à biblioteca em forma de filme e das palavras da professora Mariana Xavier, para alunos do 3.º ciclo.

 
Mais tarde, foi a vez de os alunos das turmas 6.º D e 6.º F, acompanhados pelas professoras Ana Castro Silva e Beatriz Fonseca, celebrarem o “25 de Abril” e a "Liberdade".
Estes alunos começaram por ver um filme muito esclarecedor e interessante acerca da “Revolução de Abril”. Depois, escutaram atentamente o professor António Rodrigues, que complementou a informação do filme com belíssimos poemas alusivos ao tema, e a poesia fez-se também ouvir pela voz dos alunos do 6.º F, que leram poemas para os seus colegas.



Todos puderam ver também a exposição “Ditadura e Liberdade”, que se encontrava patente na BE/CRE.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

A VOZ DE MALALA NA NOSSA BIBLIOTECA

«Nós percebemos a importância da nossa voz 
quando somos silenciados.»
                                                                                   Malala Yousafsai

Fotografia

Muitas pessoas confundem Biblioteca com local de esquecimento. No entanto, é do silêncio dos livros que nascem as vozes que gritam mais alto valores de justiça, liberdade, educação, conhecimento e paz. Sem livros e sem biblioteca nenhuma escola pode considerar-se um local digno desse nome. Somos animais especiais porque pensamos. Pensamos melhor porque lemos. Lemos porque gostamos de saber cada vez mais. Sempre que um ditador quer impor ideias erradas, proíbe a leitura de livros e procura silenciar as bibliotecas. Cada vez que isso acontece, a humanidade regressa ao tempo das trevas e da ignorância e dá um passo atrás na História do conhecimento. É por tudo isto que a voz de Malala através da nossa Biblioteca não se cala. Os livros não podem ficar esquecidos nas estantes! Eles precisam de saltar de mão em mão. As estantes precisam de acolher mais livros novos. A biblioteca precisa da visita dos leitores. Contamos com a vossa visita! Venham conhecer Malala, espreitar as novidades, apreciar o nosso silêncio porque do silêncio pode sair a luz.
Texto: Prof.ª Fátima Neto

Fotografia

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

HISTÓRIA E ILUSTRAÇÕES DA AJUDARIS - PELOS ALUNOS DO 4.º A E 4.º B DA ESCOLA AUGUSTO LESSA

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   No dia 14 de novembro, nós, alunos do 4.º B, em conjunto com o 4º A e acompanhados pelas nossas professoras - Mafalda e Sandra - fomos à biblioteca da EB2/3 de Paranhos. A professora tinha-nos dito que íamos ouvir uma história e ver a exposição das ilustrações, mas foi bem mais interessante!
     A professora Assunção começou por nos mostrar algumas imagens sobre reutilização e reciclagem de materiais e objetos. Os nossos preferidos foram: a estante feita com a escada, o candeeiro feito de colheres de plástico e o relógio adaptado a uma roda de bicicleta…eram todas espetaculares! A última imagem era do planeta Terra com uma pegada. Nunca a tínhamos visto e, mais importante, nunca ouvíramos a expressão “pegada ecológica”. A professora Assunção explicou-nos o seu significado e agora vamos todos estar atentos e preocupados em deixar “pegadas bebé”.
    De seguida, soubemos o título da história que íamos ouvir: “O piquenique” (coincidência – foi escrita pelos alunos do professor Carlos, da nossa escola). Uma vez que as atividades estavam todas relacionadas com reciclagem, a professora Assunção propôs-nos que, com tampinhas de plástico, fizéssemos um desenho ou uma letra que nos lembrasse um piquenique. Todos participámos com gosto e houve “cestas”, “F” de família, “flores” a lembrar a natureza, “toalhas”, “A” de amigos, “coxas de frango”…
     A atividade continuou com a audição atenta da história, gostamos muito!
   Para terminar, vimos a exposição das ilustrações das histórias presentes no livro da Ajudaris e ainda fomos para os computadores ver filmes e imagens sobre a importância da reciclagem.
   Adoramos esta atividade: foi divertida, interessante e despertou-nos ainda mais para tudo o que podemos e devemos fazer para “cuidarmos do nosso planeta”.
EB Augusto Lessa - Alunos do 4.º B

Fotografia

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

DIA NACIONAL DA LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA

     

    Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa comemora-se anualmente a 15 de novembro.
   A língua gestual, que possui uma gramática e um vocabulário próprios e é produzida a partir dos movimentos das mãos, do corpo e por expressões faciais, é a forma de comunicação utilizada pelas pessoas surdas e por todos aqueles que comunicam com pessoas surdas.
  A Língua Gestual Portuguesa (LGP) foi reconhecida enquanto língua da comunidade surda portuguesa pela Constituição da República em 1997, a 15 de novembro, data em que se assinala o dia nacional da língua gestual portuguesa. Nessa mesma data, foi criada a comissão para o reconhecimento e proteção da Língua Gestual Portuguesa e defesa dos direitos das pessoas surdas.
    Uma vez que pertencemos a um agrupamento de referência na área da surdez, esta data não poderia ser esquecida. Por isso, ao longo do dia de hoje, no auditório da escola, decorrerá um conjunto de atividades em que os nossos alunos surdos e os seus professores serão protagonistas.
   Junta-te a eles e celebra, com gestos, imagens e palavras, a comunicação entre todos!

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

LENDAS DO PORTO NA BIBLIOTECA

Sabes o que é uma lenda?
     Uma lenda é um relato transmitido por tradição oral de factos ou acontecimentos a que o povo atribui um fundo de verdade. Geralmente mistura algo que é real e algo que é fruto da imaginação popular, pelo que é mais histórica e mais verdadeira do que o conto. Isso explica que, como já deves ter reparado, as lendas, contrariamente aos contos populares, raramente comecem com a fórmula “era uma vez”, que nos remete para um tempo e um lugar longínquos e indefinidos.
     Cada povo tenta preservar as suas lendas, pois, através delas, conta-se a sua história, explica-se a origem dos nomes de lugares, de tradições e de fenómenos.
     Os alunos do 7.º ano têm andado a estudar a literatura tradicional, que inclui os romances e os contos tradicionais, as lendas e os mitos, pelo que, vários alunos do 7.º A, incitados a pesquisarem lendas da nossa região, recolheram um conjunto de textos, que de convidamos a ler na nossa biblioteca.
     Apresentamos-te, para já, a lenda de Pedro Sem.

Torre de Pedro Sem.JPG

LENDA DE PEDRO SEM

    A torre medieval que se encontra diante do antigo Palácio de Cristal, no Porto, é ainda hoje conhecida por Torre de Pedro Sem.
     A história diz que essa torre pertencia a Pêro do Sem, doutor de leis, jurisconsulto e chanceler-mor de D. Afonso VI, no século XIV. Mas a lenda remete para uma data posterior, no século XVI, a existência de um personagem Pedro Sem que vivia no seu Palácio da Torre.
     Possuindo muitas naus na Índia, Pedro Sem era um mercador rico mas não tinha títulos de nobreza, o que muito o afetava. Era também usurário, emprestando dinheiro a juros elevados, à custa da desgraça alheia, enquanto vivia rodeado de luxo.
     Certo dia, quando estavam as suas naus a chegar, carregadas de especiarias e outros bens preciosos, a sua máxima ambição foi realizada através do seu casamento com uma jovem da nobreza, em troca do perdão das dívidas de seu pai.
     Decorria a festa de casamento, que durou quinze dias consecutivos, quando as naus de Pedro Sem se aproximaram da barra do Douro. O arrogante mercador acompanhado pelos seus convidados subiu à torre do seu palácio e, confiante do seu poder, desafiou Deus, dizendo que nem o Criador o poderia fazer pobre. Nesse momento, o céu que estava azul deu lugar a uma grande tempestade! Pedro Sem assistiu, impotente e encharcado pela chuva, ao naufrágio das suas naus. De seguida, a torre foi atingida por um raio que fez deflagrar um incêndio que destruiu todos os seus bens.
     Arruinado,   Pedro   Sem  passou  a  pedir esmola nas ruas, lamentando-se a quem passava: "Dê uma esmolinha a Pedro Sem, que teve tudo e agora não tem...".

quinta-feira, 12 de junho de 2014

CONVITE: EXPOSIÇÃO DE TRABALHOS DE EXPRESSÕES E TECNOLOGIAS NA BECRE

Convida-se toda a comunidade educativa do Agrupamento a visitar a exposição de trabalhos realizados no âmbito do Departamento de Expressões e Tecnologias, patente na biblioteca da escola sede até ao dia 13 de junho.
Desta exposição constam projetos técnicos, estruturas, embalagens, pinturas em papel e em tela, maquetes de casas, automóveis e candeeiros elétricos, azulejos, uma cascata de S. João e outras construções realizadas pelos alunos, bem como dossiês e cartazes elaborados na disciplina de Educação Musical.
Algumas das pinturas expostas são interpretações de poemas de Eugénio de Andrade, entre os quais "Urgentemente".

                                                             URGENTEMENTE

                                                             É urgente o Amor,
                                                             É urgente um barco no mar.


                                                           É urgente destruir certas palavras,
                                                           ódio, solidão e crueldade,
                                                           alguns lamentos, muitas espadas.


                                                              É urgente inventar alegria,
                                                              multiplicar os beijos, as searas,
                                                              É urgente descobrir rosas e rios
                                                              e manhãs claras.


                                                              Cai o silêncio nos ombros e a luz
                                                              impura, até doer.
                                                              É urgente o amor, é urgente
                                                              permanecer.

 

                                                                            Eugénio de Andrade, in Até amanhã
                                                                                                Trabalhos dos alunos do 5.º D