domingo, 3 de fevereiro de 2013

LIVROS DO MÊS DE FEVEREIRO

Neste mês de Carnaval, mas também de São Valentim, sugerimos:


100 DATAS QUE FIZERAM A HISTÓRIA DE PORTUGAL – Tudo o que precisa de saber, de Pedro Rabaçal

Trata-se de um livro “escrito com o objetivo de tentar despertar o interesse pela história de Portugal por meio da desconstrução de mitos históricos e da revelação de diferentes versões do mesmo acontecimento”, associando-se cada data ao “ambiente histórico e socioeconómico respetivo, assim como os dados biográficos mais relevantes das personagens envolvidas, para se visar uma melhor compreensão do contexto e ambiente em que se enquadram”, mostrando-se a “verdade por detrás de cada acontecimento [que] costuma ser mais complicada do que a primeira impressão dá a entender”.
Aí são referidas datas que nos elucidam acerca das nossas origens, das nossas maiores aventuras, dos momentos mais marcantes e dos acontecimentos mais dramáticos, como a morte de Inês de Castro em 1355, no fatídico dia 7 de janeiro.


Curiosidades:
A história de amor de Pedro e Inês deu origem a inúmeras manifestações culturais, entre as quais se encontra um dos episódios líricos da epopeia Os Lusíadas (1572) de Luís de Camões; os textos dramáticos Reinar después de morir (1625) de Luís Vélez de Guevara, Inês de Castro (1723) de Antoine Houdar de La Motte; La reine morte (1942) de Henri de Montherlant; Corona de amor y muerte (1955), de Alejandro Casona; a ópera “Inês de Castro” (1835) do compositor Giuseppe Persiani, escrita sobre libreto de Salvatore Cammarano; a pintura “A morte de Inês de Castro” de K.P. Bryullov, presente no Museu do Estado em São Petesburgo na Rússia. Também o primeiro trabalho do escritor francês Victor Hugo, autor de Os Miseráveis, teve como fonte este tema e, já no final do século XX, o compositor escocês James MacMillan compôs a ópera “Inês de Castro”.
__________


A VIDA DE PI – A VIAGEM DE UMA VIDA, de Yann Martel

Esta obra, que valeu a Yann Martel o Man Booker Prize de 2002, entre outros prémios, e figurou como bestseller do New York Times durante mais de um ano, conta-nos a história de um jovem que aos dezasseis anos emigra com a sua família para a América do Norte num navio cargueiro juntamente com os habitantes do zoo. Porém, o navio afunda-se logo nos primeiros dias de viagem. Pi vê-se na imensidão do Pacífico a bordo de um salva-vidas acompanhado de uma hiena, um orangotango, uma zebra ferida e um tigre de Bengala. Em breve restarão apenas Pi e o tigre. 

Recomendada pelo PNL para o 8.º ano de escolaridade e recentemente adaptada ao cinema pela realizador Ang Lee, este romance tem recebido críticas extraordinárias da imprensa, das quais destacamos: 

«Martel recria [neste livro] os grandes temas romanescos: um herói à procura de aventuras maravilhosas, a liberdade para as viver, a fuga permanente para a frente, seguindo os desígnios do destino e da própria fantasia - depois, há que pagar o preço pela exaltação dos delírios. (...) "Podemos ler esta história como uma alegoria da vida, dos 'trabalhos' e provações pelas quais, de uma maneira ou de outra, todos passamos. Será que alguém está absolutamente protegido contra o medo, o desgosto, a sensação de ter perdido tudo? Para Pi, é indispensável vencer o medo, ultrapassar as provações e manter intacta a humanidade. É bom que seja a literatura a ensinar isso.» Helena Vasconcelos, Público, Mil Folhas, 28/6/03 

«Uma obra soberba, muito bem escrita e capaz de prender o leitor da primeira à última linha, com algumas paragens pelo meio para pensar, reflectir, sorrir, ou simplesmente para respirar fundo…» Diário de Notícias 

«Se este século nos deixar um clássico de literatura sobre sobrevivência, Martel é sem dúvida um candidato a esse título.» The Nation «Uma fabulosa incursão por uma imaginação a seu tempo arrebatadora, astuta, desesperada e inabalável, este romance é uma obra impressionante. Martel revela uma voz inteligente e um espantoso talento para contra histórias.» Publishers Weekly

Apresentamos-te também o trailer do filme de Ang Lee, nomeado para diversos óscares: 


quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

POESIA DA TERRA E DO MAR NA VITRINA DA BIBLIOTECA



  

Convida-se toda a comunidade educativa a observar o painel presente na vitrina da biblioteca, criado pela Professora Cristina Brás, onde está patente a temática da “Terra e do Mar”.
Nos frágeis barcos de papel vegetal, que navegam num mar tormentoso, viajam belíssimos poemas de Sophia e de Eugénio de Andrade.
Venham admirar a paisagem e mergulhar nas palavras!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

VALE A PENA PENSAR NISTO...


«Uma transformação pedagógica e social será sempre fruto de uma ação conjunta de professores e alunos.»

Paulo Freire (1921-1997), pedagogo e filósofo brasileiro

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

SEGREDOS DOS BONS ALUNOS... E DA INÊS AFONSO!

      «Não  há  fórmulas  mágicas  para  tornar  o  estudante num bom aluno»: assim afirmava Eduardo Marçal Grilo no prefácio do livro O Método Ser Bom Aluno, Bora lá?,  no qual o autor – Prof. Jorge Rio Cardoso - nos apresenta inúmeros depoimentos de bons alunos.
       Quais os segredos destes bons alunos? São vários!
       Como não podia deixar de ser, cada aluno tem o seu método; no entanto, há “regras básicas” que os bons dizem seguir, encontrando-se entre elas:
  • Os bons alunos são assíduos.
  • Os bons alunos são atentos e concentrados nas aulas, o que é fundamental, já que propicia que os apontamentos sejam melhores e o estudo seja, por isso, facilitado.
  • Os bons alunos preocupam-se com a organização dos cadernos diários, que são ótimos guias para o estudo, para além de serem mais um elemento de avaliação.
  • Os bons alunos não abandonam as matérias mais difíceis e problemáticas; pelo contrário, encaram-nas como um desafio e estudam-nas com cuidado e atenção para se “verem livres delas”.
  • Os bons alunos estudam regularmente e não têm receio de expor as suas dúvidas, afinal, “ter dúvidas é saber” ou pelo menos é ter a consciência de que não se sabe e de que é necessário encontrar as respostas.
  • Os bons alunos tentam perceber as matérias explicadas, não se limitam a decorá-las; e, quando estudam, tentam traduzi-las pelas suas próprias palavras.
  • Os bons alunos fazem pequenas anotações das dúvidas que surgem quando estão a realizar o TPC e depois esclarecem-nas junto dos seus professores.
  • Os bons alunos não estudam apenas para os testes: estudam e preparam-se regularmente e, na véspera de teste ou exame, apenas reveem a matéria, no caso de surgirem dúvidas pontuais.
  • Os bons alunos fazem resumos e esquemas da matéria.
  • Os bons alunos complementam a matéria dada nas aulas com leituras suplementares.

Esta é uma lista que te desafiamos a completar com outras ideias inovadoras e eficazes.

Entretanto, fomos ouvir a Inês Afonso, uma boa aluna do 6.º D, que partilhou connosco, em verso, alguns dos seus segredos:



Um bom aluno

Um bom aluno segue o rumo
do empenho e atenção
Trabalha arduamente
Até chegar o verão.

Faz as contas rapidinho
É um valente sabichão
Cria histórias pelo caminho
Com a sua imaginação.

É um aluno interessado
E com boa intenção
Tem sempre tudo arrumado
No seu grande mochilão.

No momento necessário
Empenha-se até mais não
Mas no seu tempo livre
Não larga os amigos da mão.

É este o segredo!!!

domingo, 27 de janeiro de 2013

NOTÍCIAS DO MUNDO DOS LIVROS


  • José Saramago vai ser homenageado em Lanzarote, onde uma escultura de uma oliveira com quase cinco metros de altura será instalada junto à casa onde o escritor viveu. (Saber +)
  • Os escritores Vasco Graça Moura e Daniel Jonas, o realizador Miguel Gomes, e o fadista Camané foram distinguidos com o Prémio Europa - David Mourão Ferreira 2010-2012, segundo anunciou o Instituto Camões. O galardão, atribuído pelo Centro Studi Lusofoni - Cátedra David Mourão-Ferreira da Universidade de Bari Aldo Moro e do CICL, foi criado em homenagem ao autor português David Mourão Ferreira (1927-1996) , com o objetivo de contribuir para a divulgação da língua e da cultura portuguesa nos países da União Europeia e do Mediterrâneo.(Saber +)
  • A obra Orgulho e Preconceito de Jane Austen (1775-1817), que continua a ser reeditada e lida e várias vezes adaptada ao cinema e à televisão, foi editada pela primeira vez há duzentos anos, no dia 28 de Janeiro de 1813, sob o pseudónimo “Uma Senhora”. (Saber +)
  • A Editora Tcharan promove O "Prémio Manuel António Pina de Literatura para a Infância". Trata-se de uma iniciativa cujo objetivo é homenagear anualmente o escritor pelo seu grande contributo na valorização e promoção da literatura infantil. O Prémio, que distingue um livro que tenha sido publicado entre 1 de Janeiro de 2012 e 31 de Dezembro de 2012, tem o valor de 2000€ atribuído ao escritor da obra. Será ainda atribuída uma Menção Especial no valor de 500€. Os premiados receberão também um Troféu, que será uma peça exclusiva da Vista Alegre, desenhada e concebida especialmente para o Prémio. O prazo de candidatura decorre de 1 de Janeiro a 31 de Março. Para informações de regulamento e inscrições aceda a www.tcharan.pt.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO EM EXTINÇÃO (?)



Ao passar os olhos por um dos jornais gratuitos existentes na nossa biblioteca, o “Destak”, deparei-me com o seguinte artigo de opinião. Curto, incisivo, de rajada, sem parágrafos!

RESISTENTES
Encarregados de educação em extinção

Sinto que sou um dos resistentes, daqueles que ainda vê a escola como algo importante, de muito sério, que não pode ser levado com leviandade. E digo resistente porque vejo, com tristeza e preocupação, a forma como a maioria, hoje em dia, encara o assunto. Encarregados de educação são uma espécie em vias de extinção. Basta ir a uma reunião na escola e contar os pais e/ou encarregados de educação que lá estão. Dir-me-á que a culpa é da falta de tempo, desculpa para muita coisa. Acredito que para alguns seja uma razão válida, até porque todos sabemos como as coisas estão e pedir ao patrão para sair mais cedo pode ser complicado. Mas essa falta de interesse vê-se também pelo acompanhamento em casa, onde parece haver cada vez mais distanciamento. Conheço pais que dizem alto e bom som que o seu filho até não esteve mal… com 4 negativas! Afinal quem está a brincar? De quem é a falta de interesse? É triste sentir que há pais que veem a escola como apenas um depósito de filhos.

Paulo Fragoso, jornalista /locutor da RFM
URL da imagem:http://4.bp.blogspot.com/_oWilVaFi3Jc/S3JopKq
TtMI/AAAAAAAAA_w/3njFP8g_TP4/s320/pais.jpg 

Lido o artigo de Paulo Fragoso, apetece-me dizer:
Abençoados os pais que não se escudam na falta de tempo para descurarem a sua tarefa primordial.
Abençoados os pais que, depois de um dia extenuante de trabalho, ainda têm tempo para perguntar: “Como foi o teu dia?” ou “O que aprendeste hoje na disciplina X e Y?” ou “Posso ajudar-te?” ou…
Abençoados os pais que abdicam do futebol e da telenovela para dialogar com os seus filhos, protegendo-os da imensa solidão partilhada com amigos virtuais.
Abençoados os pais que não percebendo nada de metáforas, nem de sistema respiratório, nem de algoritmos, nem de tabelas periódicas, nem de verb tenses, nem ouviram falar de Lord Byron, Telemann, Scriabin ou Shostakovitch uma só vez na vida, nem da clave de fá, nem de Arte Nova, nem de Bismarck, nem de…questionam, acompanham, orientam e até se propõem a aprender com os filhos. Sim, com os filhos, porque todos temos tanto a aprender com eles…
E quanto àqueles que alardeiam aos quatro ventos que os seus filhos até não estiveram mal… com 4 negativas (?!), perdoai-lhes, Senhor, porque eles… sabem o que fazem!

Assunção Ribeiro
(Prof.ª Bibliotecária)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

CONVITE: "LIVRES COMO LIVROS" NA BMAG

     Replicamos, novamente, o convite da Câmara Municipal do Porto e da Universidade do Porto para a palestra a decorrer no dia 29 de Janeiro pelas 21h15 no auditório da BMAG, onde Mónica Baldaque, Renato Roque e Judite de Sousa, moderados pela Prof.ª Isabel Morujão da FLUP, falarão dos livros das suas vidas. 
     Judite de Sousa falará de Os miseráveis, obra de Vítor Hugo recentemente adaptada ao cinema, e de duas obras de Eugénio de Andrade: Os amantes sem dinheiro e As mãos e os frutos.
       A não perder!


domingo, 20 de janeiro de 2013

PARA REFLETIR...



«Ter dúvidas é saber.»

in «Ciberdúvidas de Língua Portuguesa»
URL da imagem: http://3.bp.blogspot.com/-PNYgYnD54wA/TmaJnn-
8l0I/AAAAAAAAAMg/PlWeTza6o6k/s1600/duvidas.jpg

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

VIAGEM NO TEMPO E NO ESPAÇO COM "O CAVALEIRO DA DINAMARCA"

       Neste fim de semana de Inverno - frio, cinzento e chuvoso - propomos-te uma viagem no tempo e no espaço com O Cavaleiro da Dinamarca de Sophia de Mello Breyner Andresen. Depois, convidamos-te a ler esta história maravilhosa, onde a família, a natureza e valores como a determinação, a perseverança, a lealdade, a honestidade, a solidariedade e a gratidão são protagonistas.
      Não te esqueças: há vários exemplares desta obra na nossa biblioteca, que poderás ler, na escola ou em casa.
        Boa viagem!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

CONVITE: LANÇAMENTO DO LIVRO "O MISTÉRIO DA CASA VERDE"

Temos  muito  gosto  em  divulgar  o  convite  da  Câmara  Municipal  do Porto e das Edições TDP para a apresentação do livro O Mistério da Casa Verde de Luísa Ramos Ferreira, professora de Português e História na nossa Escola, ilustrado por Nazaré Álvares.
Compareçam! Venham descobrir qual é o mistério que este livro tem para vos oferecer!


domingo, 13 de janeiro de 2013

INFORMAÇÃO E PODER: VALE A PENA PENSAR NISTO




 «A informação é poder. Mas como todo o poder, há aqueles que querem guardá-lo para si.»


Aaron Swartz, responsável pela criação do sistema RSS.

SOBRE O LIVRO, A PALAVRA, A ESCRITA, A LEITURA E A LIBERDADE...


Será preciso ler meia biblioteca para se escrever um livro? Muito provavelmente, sim! Seguramente, quem lê, lê muito, e ama os livros, escreve desta forma sobre o que ama:

No princípio, o livro em embrião, a palavra escrita que encerra todas as alteridades do Universo. 
Para sermos livres, lemos.
Lemos primeiro as árvores, as ondas, as labaredas, o vento. A seguir, o texto, que lhes oferece a coerência de que necessitam, ou que apenas existe para que se possam acomodar.
Depois a mão, para não esquecer, estiliza a escrita: tenta apanhar o recorte da folha, o marulhar da água, a dança do fogo e, acima de tudo, a liberdade do vento que tudo move e comove.
Para sermos livres, voltamos a ver, procurando as coisas que restaram na troca de palavras. O leitor faz-se para que as palavras escritas, as palavras pensadas e as palavras desejadas se possam encontrar.
A mão que segura o livro acaricia o lugar da mão que escreveu o mundo. As nossas duas mãos abertas são agora as folhas de um livro. E cada leitor é mais um par de folhas que se junta ao livro.
Para sermos livres, somos livros. Continuamente voltamos ao princípio, porque não há dois livros iguais, já que não há dois homens iguais.
Mas é possível traçar um roteiro de itinerâncias - da primeira palavra escrita ao seu desabrochar na plenitude de um livro não mãos de um leitor (...).

Texto de Isabel Pereira Leite e Maria Luísa Malato

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

CONCURSO DE LEITURA DO 3.º CICLO


       Às vezes, para alguns, ler é um enorme aborrecimento, encarar um livro desperta neles uma imensa preguiça.
      Mas também há quem já tenha descoberto na leitura um prazer, um prazer completamente desconhecido para aqueles que levam a vida a fugir e a esconder-se da letra escrita.
         Ler, além de tudo o que eles não sabem, também dá prémios.


      O António e a Sara do 8.º B, o Fábio do 7.º C leram, participaram, competiram e venceram a primeira fase da 7.ª edição do Concurso Nacional de Leitura na nossa escola.
      Estarão na Biblioteca Municipal Almeida Garrett para disputar a fase distrital do concurso, em finais de abril. Sentem-se já ansiosos por saber que novas leituras os esperam.
    Está aberta a possibilidade de apuramento para a última fase do concurso, em Lisboa, perante as câmaras da televisão e os nossos olhos atentos.
       Já sabemos que vão ter momentos de felicidade, porque são excelentes leitores, mas desejamos-lhes também as maiores e bem merecidas felicidades.

CONVITE: PALESTRA «LIVRES COMO LIVROS» NA BMAG


Replicamos o convite da Biblioteca Municipal Almeida Garrett para a palestra "Livres como Livros", a decorrer amanhã pelas 18 horas.
O tema promete e os intervenientes - Ana Saldanha, Fernando Pinto do Amaral, Richard Zimler e Maria Luísa Malato - também!
Falar e ouvir falar sobre livros: mais um caminho para a liberdade!

Ler livros, ser livre!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

MULTIPLICAÇÃO EM ASA OU EM QUADRA?

     Imagina  que  és  confrontado  com  o  seguinte  problema:  «O  Sr. António  Reis pretende comprar um palacete com uma área total de 898 m2, sendo  que  lhe  é  pedida  a quantia de € 534 por metro quadrado. Quanto terá de pagar o Sr. Reis para adquirir o imóvel?»
     Nada mais fácil: trata-se de uma conta de multiplicar. Ao multiplicarmos o número de metros pela quantia pedida obteremos o valor a pagar. Basta pegarmos numa máquina calculadora, ou até usar a barra de pesquisa do Google e… num instante, aí está o resultado.
     No entanto, nem sempre teremos uma calculadora ou um computador à mão, pelo que, o melhor é exercitar a nossa capacidade de cálculo e, o mais fantástico é que existem várias formas de realizar esta operação. Podemos optar por uma multiplicação em asa, mas também por uma multiplicação em quadra ou per gratícula ou per gelosia.
     Vamos à primeira operação: multiplicação em asa.


     Esta  era  a  forma como os teus pais e eu fazíamos as contas de multiplicar, e, durante os Descobrimentos, era  também  a  mais  utilizada entre os mercadores e na generalidade das comunidades cristãs, sendo que a designação de “asa” decorre da semelhança da disposição com a asa de uma qualquer ave.

     No entanto existe outro caminho para chegar ao resultado: a multiplicação em quadra ou per gratícula ou per gelosia.


     Este foi talvez o processo mais utilizado até ao século XVIII, visto que oferece uma notável simplificação operatória. Repara bem na forma como se faz. Temos a certeza de que vais descobri-la e as contas de multiplicar vão ser, a partir de agora, ainda menos complicadas!

Conclusão: Em asa ou em quadra, se o Sr. António Reis quiser mesmo comprar o palacete, terá de gastar a quantia de € 479 532.

Fonte: A Matemática no Tempo dos Descobrimentos, de A.A.Marques de Almeida 
(Edição do Grupo de trabalho do Ministério da Educação para as Comemorações dos 
Descobrimentos Portugueses)

E as formas de multiplicar não se esgotam na "multiplicação em asa" ou na "multiplicação em quadra"! Vê aqui como realizar esta operação de outra forma!

sábado, 5 de janeiro de 2013

PARA REFLETIR...


«A Natureza é o único livro que oferece um conteúdo valioso em todas as suas folhas.»
Johann  Wolfgang von Goethe 
(escritor alemão)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

COM O FRIO DE JANEIRO, APETECE LER A TEMPO INTEIRO!


2013 já chegou. E com ele, chegaram, novinhas em folha as nossas revistas preferidas!

A Visão Júnior
Desta vez, ao lê-la, podemos descobrir factos interessantes sobre a vida dos Esquimós e o que são “igloos”; uma reportagem sobre a forma como se prepara o novo programa da televisão “Isto é Matemática” (na Sic Notícias aos sábados às 20h50m); um trabalho sobre a forma como se fabricam os sapatos que nos calçam no dia a dia; uma entrevista aos dois mais premiados realizadores de filmes de desenhos animados portugueses e ainda “como jogar bilhar”, artigos sobre animais e muitas outras curiosidades.

A Superinteressante
No número de Janeiro, podemos ficar a saber imensas novidades sobre Ambiente, Ciência, novos livros, Astronomia, História e até Economia. Merece um destaque especial a reportagem sobre o novo livro “Pipocas com telemóvel” de David Marçal e Carlos Fiolhais que desmistifica algumas afirmações pseudocientíficas que andam por aí nas bocas do mundo.

A National Geographic
Com uma edição especial do seu 125º aniversário, traz “viagens” às estrelas, ao lugar mais selvagem do planeta (a floresta tropical no Equador), ao mundo secreto dos micróbios que vivem entre nós, ao fundo dos oceanos e , como sempre, fotografias lindíssimas que nos fazem querer ser exploradores, cientistas ou simplesmente …. fotógrafos!
Texto da Prof.ª Fátima Neto

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA 2013

     Lembramos a todos os alunos do 3.º ciclo que a primeira etapa do Concurso Nacional de Leitura decorrerá no dia 9 de janeiro, próxima 4.ª feira, pelas 14:30.
     Este ano foi escolhida a obra Aventuras de João Sem Medo de José Gomes Ferreira e o conto “Saga”, inserto na obra Histórias da Terra e do Mar, de Sophia de Mello Breyner Andresen.
     Testa a tua capacidade de leitura, compreensão e interpretação destes textos e ganha prémios.
   Se fores um dos três vencedores, poderás participar na fase distrital e, caso venças também a segunda etapa, poderás participar na final, a decorrer em Lisboa.
   Não deixes escapar esta oportunidade de te divertires a … LER, participando numa atividade cujo objetivo central  é "estimular o treino da leitura e desenvolver competências de expressão escrita e oral junto dos alunos do 3º ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário."

 

Para saberes mais sobre este concurso, clica em         http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/Concursos/index.php?s=concursos&tipo=1&concurso=66

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

LIVROS DO MÊS DE JANEIRO

Neste início de ano civil, ainda com o gosto das passas e dos desejos na boca, sugerimos - a alunos, pais e professores - um livro que nos aponta caminhos de sucesso, onde não faltam depoimentos de alunos que já os percorreram. 
E porque a história também é feita por homens e mulheres anónimos, apresentamos um livro extraordinário onde a voz do "mudo" é a protagonista. De um dos grandes autores peruanos do século XX, só recentemente "descoberto" em Portugal.

O MÉTODO SER BOM ALUNO - BORA LÁ?, de Jorge Rio Cardoso


     O autor deste livro, nascido em Lisboa, começou por ser um aluno sofrível para, no final da adolescência, se tornar um aluno invejável.
     Como é que essa transformação aconteceu?
   Encontra muitas respostas neste livro, considerado por Eduardo Marçal Grilo «um trabalho interessantíssimo que deve ser lido por estudantes, pelos pais dos estudantes que acompanham diariamente a vida na escola dos seus filhos e pelos professores, cuja função é ensinar e fazer com que os seus alunos aprendam e adquiram conhecimentos considerados indispensáveis para o sucesso educativo».
     Trata-se de um livro que demonstra que «ser bom aluno não é um privilégio de ninguém, [mas antes] o resultado de um trabalho sério que cada um deve fazer, estudando de forma planeada, organizada e disciplinada, [sem que, para tal] tenha de abdicar dos seus hobbies, das suas distrações e dos seus divertimentos.»
Efetivamente, «NÃO HÁ FÓRMULAS MÁGICAS PARA TORNAR O ESTUDANTE NUM BOM ALUNO.»

Fonte: textos das abas e do prefácio, por Eduardo Marçal Grilo


A PALAVRA DO MUDO, de Julio Ramón Ribeyro


     Neste livro de Julio Ramón Ribeyro - «um escritor magnífico, um dos melhores da América Latina e provavelmente da língua espanhola», segundo Mario Vargas Llosa - aquele autor apresenta-nos um conjunto de contos onde, numa prosa límpida, soube radiografar a classe média e o colapso dos seus sonhos de prosperidade, esforçando-se sobretudo por dar voz aos «mudos», ou seja, aqueles que foram excluídos do festim da vida: seres anónimos, discretos, privados da palavra, marginalizados, condenados a uma existência insignificante, anónima e sem voz, quase invisíveis, que se inquietam e se questionam se a vida pode ser só o que lhes é imposto e que assumem como um tributo a pagar, sem qualquer protesto.
    Mas  então  o  que  será  realmente  a  vida?  Haverá alguma senha, qualquer   coisa   que   permita   transpor  a  barreira  da  rotina  e  da indolência e chegar por fim ao conhecimento, à verdadeira realidade?
    Procura respostas nestes 13 contos, através da voz de outros tantos «mudos», a quem Ramón Ribeyro devolveu o sopro negado e permitiu modular as suas aspirações, expectativas e angústias.

Fonte: textos das abas e da contracapa

domingo, 30 de dezembro de 2012

NO ANO NOVO...




AMA*ABRAÇA*ACREDITA*ARRISCA
BRILHA*BUSCA*COMEMORA*CONFIA
CONQUISTA*CRIA
DIVERTE-TE*ENCONTRA*INVENTA*INVESTE
LÊ*LUTA*PRODUZ*SENTE*SONHA 

... creditando, tal como Mário Dionísio, que é 

"... possível o recomeço 
possível o sobressalto 
possível o sonho solto 
possível um mundo novo 
possível o impossível...", 

... consciente, porém, de que é necessária coragem! 


A respeito de coragem, um excerto do poema "Haver" de Vinícios de Moraes: 

"Resta esse constante esforço para caminhar dentro do labirinto 
Esse eterno levantar-se depois de cada queda 
Essa busca de equilíbrio no fio da navalha 
Essa terrível coragem diante do grande medo, 
e esse medo Infantil de ter pequenas coragens."
                                        
                                                     15/04/1962

In Jardim Noturno - Poemas Inéditos, Companhia das Letras - 
São Paulo, 1993, pág. 17. Acedido em http://www.releituras.com/viniciusm_haver.asp

Para conheceres as TRADIÇÕES MAIS ORIGINAIS DE FIM DE ANO NO MUNDO, clica aqui!

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

NADINE GORDIMER LÊ SARAMAGO


O The Guardian  pediu a uma série de escritores que escolhessem o seu conto preferido e o lessem para o podcast deste jornal britânico. A escritora Nadine Gordimer – escritora sul-africana vencedora do Prémio Nobel da Literatura em 1991 - escolheu "O Centauro" de José Saramago e explicou porquê: «Eu sou a Nadine Gordimer e vou ler uma história do great [fantástico] José Saramago. O título é The Centaur.” Trata-se de um dos seis contos incluídos no livro Objecto Quase (1978) do escritor português, Prémio Nobel da Literatura 1998.
    

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

PARA REFLETIR: "ELES E EU"




ELES E EU…

Quando ele não acaba o seu trabalho, digo: é preguiçoso.
Quando eu não acabo o meu trabalho, digo: estou muito ocupado.

Quando ele fala de alguém, é maledicência.
Quando eu falo de alguém, é crítica construtiva.

Quando ele mantém o seu ponto de vista, é teimoso.
Quando eu mantenho o meu ponto de vista, sou firme.

Quando ele não me fala, é uma afronta.
Quando eu não lhe falo, é um simples esquecimento.

Quando ele demora muito tempo a fazer qualquer coisa, é lento.
Quando eu demoro muito tempo a fazer qualquer coisa, sou cuidadoso.

Quando ele é amável, é porque tem uma segunda intenção.
Quando eu sou amável, é porque sou simpático.

Quando ele vê os dois aspetos de uma questão, é um oportunista.
Quando eu vejo os dois aspetos de uma questão, é porque sou largo de espírito.

Quando ele é rápido a fazer qualquer coisa, é descuidado.
Quando eu sou rápido a fazer qualquer coisa, sou hábil.

Quando ele faz qualquer coisa sem lhe pedirem, mete-se naquilo que não lhe diz respeito.
Quando eu faço qualquer coisa sem que mo peçam, tenho iniciativa.

Quando ele defende os seus direitos, tem mau feitio.
Quando eu defendo os meus direitos, mostro que tenho carácter.

… É MUITO ESTRANHO!

Texto de Y. Blondel

URL da imagem:http://2.bp.blogspot.com/_jImdGBeqcZc/SqTuOh1FtbI
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

OUTROS POEMAS DE NATAL


NATAL CHIQUE

Percorro o dia, que esmorece
Nas ruas cheias de rumor;
Minha alma vã desaparece
Na muita pressa e pouco amor.
Hoje é Natal. Comprei um anjo,
Dos que anunciam no jornal;
Mas houve um etéreo desarranjo
E o efeito em casa saiu mal.
Valeu-me um príncipe esfarrapado
A quem dão coroas no meio disto,
Um moço doente, desanimado…
Só esse pobre me pareceu Cristo.
                      Vitorino Nemésio

EU QUERIA SER PAI NATAL

Eu queria ser Pai Natal
E ter carro com renas
Para pousar nos telhados
Mesmo ao pé das antenas.
Descia com o meu saco
Ao longo da chaminé,
Carregado de brinquedos
E roupas, pé ante pé.
Em cada casa trocava
Um sonho por um presente
Que profissão mais bonita
Fazer a gente contente!
                   Luísa Ducla Soares

DIA DE NATAL

Hoje é dia de ser bom.
É dia de passar a mão pelo rosto das crianças,
de falar e de ouvir com mavioso tom,
de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.
É dia de pensar nos outros – coitadinhos – nos que padecem,
de lhes darmos coragem para poderem continuar a aceitar a sua miséria,
de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem,
de meditar sobre a nossa existência, tão efémera e tão séria.

Comove tanta fraternidade universal.
É só abrir o rádio e logo um coro de anjos,
como se de anjos fosse,
numa toada doce,
de violas e banjos,
entoa gravemente um hino ao Criador.
E mal se extinguem os clamores plangentes,
a voz do locutor anuncia o melhor dos detergentes.

De novo a melopeia inunda a Terra e o Céu
e as vozes crescem num fervor patético.
(Vossa excelência verificou a hora exacta em que o Menino Jesus nasceu?)
Não seja estúpido! Compre imediatamente um relógio de pulso antimagnético.)
Torna-se difícil caminhar nas preciosas ruas.
Toda a gente acotovela, se multiplica em gestos esfuziante,
Todos participam nas alegrias dos outros como se fossem suas
e fazem adeuses enluvados aos bons amigos que passam mais distante.

Nas lojas, na luxúria das montras e dos escaparates,
com subtis requintes de bom gosto e de engenhosa dinâmica,
cintilam, sob o intenso fluxo de milhares de quilovates,
as belas coisas inúteis de plástico, de metal, de vidro e de cerâmica.

Os olhos acorrem, num alvoroço liquefeito,
ao chamamento voluptuoso dos brilhos e das cores.
E como se tudo aquilo nos dissesse diretamente respeito,
como se o Céu olhasse para nós e nos cobrisse de bênçãos e favores.

A oratória de Bach embruxa a atmosfera do arruamento.
Adivinha-se uma roupagem diáfana a desembrulhar-se no ar.
E a gente, mesmo sem querer, entra no estabelecimento
e compra – louvado seja o Senhor! – o que nunca tinha pensado comprar.

Mas a maior felicidade é a da gente pequena.
Naquela véspera santa
a sua comoção é tanta, tanta, tanta,
que nem dorme serena.
Cada menino abre um olhinho
na noite incerta
para ver se a aurora já está desperta.
De manhãzinha
salta da cama,
corre à cozinha em pijama.

Ah!!!!!!!

Na branda macieza
da matutina luz
aguarda-o a surpresa
do Menino Jesus.

Jesus, o doce Jesus,
o mesmo que nasceu na manjedoura,
veio pôr no sapatinho do Pedrinho
uma metralhadora.

Que alegria
reinou naquela casa em todo o santo dia!
O Pedrinho, estrategicamente escondido atrás das portas,
fuzilava tudo com devastadoras rajadas
e obrigava as criadas
a caírem no chão como se fossem mortas:
tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá.
Já está!
E fazia-as erguer para de novo matá-las.
E até mesmo a mamã e o sisudo papá
fingiam que caíam
crivados de balas.

Dia de Confraternização Universal,
dia de Amor, de Paz, de Felicidade,
de Sonhos e Venturas.
É dia de Natal.
Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade.
Glória a Deus nas Alturas.
                                         António Gedeão


Imagem: Pormenor da decoração da BE/CRE, pela Prof.ª Cristina Brás

A propósito, fica a conhecer a "Oratória" de Bach!


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

TRADIÇÕES NATALÍCIAS NOS PAÍSES HISPÂNICOS



Convidamos-te, hoje, a viajar pelos países onde se fala a língua de «nuestros hermanos». 
Como festejam eles esta quadra? Quais são as suas tradições? Quais as datas mais significativas para eles?
Encontra respostas para estas e outras questões nos textos de alunos das turmas A e B do 8.º ano!

Argentina


Es una costumbre pedir a los niños que, con cierta anticipación, escriban una carta a Papá Noel, pidiéndole regalos. En Nochebuena, al igual que cada noche del año, los niños acostumbran tomar un baño antes de ir a la cama. Ese momento es el que los padres aprovechan para poner los regalos debajo del árbol de Navidad. No sólo los niños reciben regalos, sino también los adultos. Los regalos de Navidad se abren en Argentina, a las 12 en punto de la noche, ni un minuto más ni un minuto menos. Hay una variedad de platos que se sirven en la cena de Nochebuena, sin embargo, el más conocido y exquisito de ellos es el que en el mundo entero se conoce como las parrilladas o asados argentinos.
Federico, Rogerio, Ygor, 8ºA

Chile


Verano
Porque Chile se encuentra en el hemisferio meridional, la navidad llega en la temporada de verano. El año de escuela se ha acabado para los niños. Ellos disfrutan de las temperaturas más calientes y de los días largos del verano.
Viejito Pascuero
Los chilenos tienen a “Viejito Pascuero” para su Santa Claus. También se llama “Papá Noel.”. Como en la mayoría del mundo, él viaja con sus renos y trae juguetes y regalos para los niños. El Viejito Pascuero entra a la casa por medio de la chimenea o por la ventana para entregar los regalos.
Comida Navideña
Las familias se reúnen por la tarde el día antes de navidad para celebrar juntos. Una cena se come muy tarde por la noche. La cena consiste de pollo asado o pavo, comidas típicas de Chile, u otra comida especial.
El Pan de Pascua, es un pan tradicional de la navidad que solo se come durante este tiempo. También se bebe "Cola de Mono" como licor navideño durante las épocas navideñas y de año nuevo. Esta se hace con leche, café, aguardiente (licor), canela, y azúcar.
La Nochebuena
Al llegar la medianoche, se abren los regalos. Los niños llevan sus bicicletas y patines nuevos a la calle para mostrarlos a sus amigos y para jugar. Los adultos también se quedan despiertos muy tardes para pasarlo bien.
El día de Navidad
Se disfrutan de los regalos recibidos y los niños salen a jugar. Familias van a visitar a sus parientes y amigos o quizás van a la playa o piscina. En la televisión se dan puras películas navideñas y dibujos animados de la Navidad.
La Navidad celebra a Cristo
Los chilenos no se olviden del propósito de la navidad: recordar el nacimiento de Jesucristo. Muchos chilenos asisten a servicios religiosos como la Misa del Gallo el 24 de diciembre. Otros cantan unos villancicos y leen la biblia donde cuenta del nacimiento de Jesús Cristo.
Lara Ribeiro y Silvana Ribeiro, 8ºA


Bolivia


La Cena de Nochebuena
Después del brindis se sirve un plato denominado picana, que consiste en una especie de caldo casi picante con algo de dulce (es algo exótico), con choclo (elote o maíz), pedazos de carne de res y pollo, zanahoria, tomate, cebolla, papas, vino seco y demás ingredientes para una buena sopa.
Los Regalos y los Propósitos
Una vez acabada la cena, todos abren sus regalos de navidad. Abiertos los regalos, cada uno procede a mencionar sus buenos propósitos para contribuir a la unión y la paz de su hogar.
La Misa del Gallo
En la Nochebuena las familias van a la misa de gallo a las 12 de la noche para celebrar el nacimiento del Niño.
Un dulce desayuno al día siguiente
Al día siguiente se desayuna con muchas masitas como los buñuelos (que son algo así como rosquillas remojadas en miel), con chanbergos (lo mismo pero un poco más duros y dulces), un paneton (tiene pasas, fruta abrillantada, almendra,etc,) y también unas sopaipillas (parecidas a un alfajor). Todo con un buen chocolate.
Misas, Nacimientos y Más Regalos
Luego en cada iglesia de la ciudad se celebra la Misa de Navidad (un día antes, a las 12 también).
Allí, por lo general el nacimiento que tienes en casa es llevado para que sea bendecido.
Fin de la Navidad e Inicio del Nuevo Año
A partir de esta fecha todo continúa, casi hasta el 8 de enero. En este transcurso se escoge una fecha determinada donde invitas a tus seres más queridos, y los niños adoran al Niño Jesús, con danzas denominadas villancicos. Y luego ya puedes recoger tu árbol, tu nacimiento, y ahí prácticamente empieza el año.
Gonçalo y João Matos, 8º A

Puerto Rico


Las comidas tradicionales
Si es una fiesta o es temporada navideña es obligado el arroz con gandules lechon asado (o pernil al horno, ensalada de coditos y los pasteles de masa o yuca y unas morcillas para la picadera. Tambien nos encantan los ñames y guineos hervidos con chicharrones de cerdo (carne de cerdo frita).
Navidad en Puerto Rico
La Navidad en Puerto Rico es la época más esperada por los puertorriqueños. La familia y amigos se reúnen a compartir sus alegrías y sus deseos para el nuevo año. Las casas son adornadas por luces y dibujos de navidad. Y adentro de los hogares está el árbol de Navidad con los regalos debajo. Los niños esperan hasta la media noche para abrir sus regalos y jugar con ellos hasta la madrugada. La cena consiste de arroz con gandules, lechón, pasteles, morcilla, cuajitos, guineítos salcochados, arroz con dulce, entre otros. La mesa se adorna con nueces, turrones, galletas, pasta de guayaba, frutas, y una bebida llamada coquito.
Año Nuevo
Todos esperan que sea la medianoche del 31 de diciembre para recibir el Año Nuevo. Se tiran fuegos artificiales y se felicitan unos a otros. Se desea que el año que entra sea lleno de paz y amor. También se dicen cuáles serán las resoluciones para el nuevo.
Diogo Botelho y Carolina Monteiro, 8ºA

España

 22 DE DICIEMBRE
Es el día del sorteo de la lotería. Algunos niños del colegio de San Ildefonso (Madrid) sacan varios números y el primero recibe el nombre del Gordo y tiene un valor de 4 millones de euros al billete. El nombre de los billetes son décimas.
El periodo de venta es el más largo del año. Las administraciones reciben los números en las primeras semanas de Julio.
El primer sorteo de la lotería fue en el día 18 de Diciembre de 1812 en Cádiz.
António Vale, 8º B
EL 24 DE DICIEMBRE
Las familias cristianas suelen reunirse en la noche del 24 de diciembre y compartir una abundante cena.
Los españoles celebran la Nochebuena con una cena familiar muy grande.
La noche es acompañada por los villancicos (canciones navideñas) y en las calles, un sin fin de fuegos artificiales iluminan la noche, celebrando la llegada del Niño Dios.
A las 12, todos alzan sus copas y brindan con cava, en medio de calurosos abrazos y deseando los mejores éxitos entre los miembros de la familia. Luego, el Divino Niño es colocado en el pesebre (usualmente, son los más pequeños del hogar quienes lo hacen) para posteriormente servir la cena navideña, en medio del calor familiar que se matizará con diálogos y anécdotas.
La empresa española productora de cava – Freixenet – emite un anuncio de televisión, durante las fiestas de Navidad. Estos cuentan desde 1977 con la presencia de personalidades famosas españolas e internacionales, y son emitidos sólo durante el prime-time de las cadenas de televisión nacional.
En Nochebuena se celebra la "Misa del Gallo".
Eduarda Rocha, 8º B
EL 28 DE DICIEMBRE
Este día, recuerda la matanza de los "inocentes" realizada por Herodes, con la intención de terminar con la vida del recién nacido Jesús.
El Día de los Santos Inocentes es la conmemoración de un episodio del cristianismo: la matanza de todos los niños menores de dos años nacidos en Belén (Judea), ordenada por el rey Herodes con el fin de deshacerse del recién nacido Jesús de Nazaret. A pesar de referirse a un hecho sangriento, el día de los "inocentes" se ha transformado en una tradición festiva.
En España, el día de los Inocentes es el equivalente del primero de abril en otros muchos países: ¡un día en el que se gastan bromas! Las bromas gastadas el día de los inocentes se llaman “inocentadas”. Así que hoy, en España y en Hispanoamérica, la gente les va a gastar bromas a sus familiares y amigos gritándoles al final “¡Inocente! ¡Inocente!” La broma más popular es pegar un hombre de papel en la espalda de la víctima.
Luis Santos, 8º B

EL 31 DE DICIEMBRE
El último día del año se celebra la Nochevieja. Después de cenar el 31 de diciembre, según la tradición, a las 12 en punto de la noche, se toman las 12 uvas de la suerte en la Puerta del Sol de Madrid o viéndolo por la televisión.
Las uvas se toman, una por una, al son de cada una de las 12 campanadas, que marcan el final del año.
Los jóvenes celebran fiestas con amigos o salen de copas.
Las celebraciones a veces duran toda la noche y al día siguiente se celebra la comida de Año Nuevo en casa.
Lucas Gradiz, 8º B

EL 5 DE ENERO
La Cabalgata de Reyes Magos es un desfile de carrozas típico, en las ciudades españolas, andorranas, checas y polacas, en algunas mexicanas (Irapuato) y en Monção (Portugal), en el que los Reyes Magos (Melchor, Gaspar y Baltasar) y sus pajes y ayudantes lanzan caramelos y pelotas a los niños que les observan desde la calle.
Se celebra cada 5 de enero por la tarde. Al llegar la noche los niños deben acostarse temprano y a la mañana siguiente tienen los regalos de los Reyes Magos que han solicitado previamente en una carta.
El primer rastro documentado sobre el origen de la cabalgata del día de Reyes, se remonta al 5 de enero de 1855 en el "Diario de Barcelona".
Karl Wedel, 8º B

EL 6 DE ENERO
El día 6 de Enero de cada año se celebra el día de los Reyes Magos. Es uno de los días más esperados por los niños, dado que en España y muchos países de América Latina es la festividad de los Reyes Magos la elegida para que sus majestades hagan la entrega de los regalos a los niños.
Los niños recogen los regalos. En sus casas, todos los paquetes abiertos, envoltorios por medio, y niños sonrientes... Si los niños no se portaron bien, reciben carbón en lugar de regalos.
Para desayunar o después de comer, la familia toma el dulce típico de este día - el Roscón de Reyes. Es una torta en forma de anillo y decorada con frutas escarchadas, símbolo de los rubíes y esmeraldas que adornaban los mantos de los Reyes Magos.
Las fiestas navideñas se despiden. Después los españoles empiezan a desmontar los adornos de navidad y a guardar todo el belén, árbol... para el año que viene, volver a decorar la casa.
Dário Silva, 8º B