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segunda-feira, 20 de abril de 2015

PALAVRA PUXA PALAVRA – PELOS ALUNOS DO 4.º A da E.B. 1 AUGUSTO LESSA

Após a leitura do poema “A borboleta”, retirado do livro As fadas verdes de Matilde Rosa Araújo, fizeram-se alguns exercícios de leitura expressiva.
Como trabalho escrito, foi pedido aos alunos que, tendo em conta o tema do poema, contruíssem um texto poético no estilo “Palavra puxa palavra”:
-  escrever uma frase ou expressão, podendo escolher uma frase do poema;
-  continuar a escrever, iniciando cada linha com a última palavra da linha anterior, até se dar o texto por acabado.


          Borboleta colorida e adormecida
          Adormecida à espera do amor
          Amor que lhe deu a mão
          Mão pequena e delicada
          Delicada, a asa da borboleta
          Borboleta acorda encantada
          Encantada com o calor da manhã
          Manhã alegre e perfeita
          Perfeita, a borboleta apaixonada.
                                  Leonor – 4º A

                                                                            Era uma vez uma menina feliz
                                                                            Feliz quando pega no giz
                                                                            Giz era um brinquedo sagrado
                                                                            Sagrado, só se começar por um lado
                                                                            Lado, tem de ser o direito
                                                                            Direito, para dar jeito
                                                                            Jeito que dá o jardim
                                                                            Jardim, com uma joaninha quadrada
                                                                            Quadrada e diferente
                                                                            Diferente, mas de má não tem nada
                                                                            Nada igual
                                                                            Igual por dentro
                                                                            Dentro de uma casinha está um bicho
                                                                            Bicho-de-conta pelo qual se apaixonou
                                                                            Apaixonou-se e casou-se!
                                                                                                                  Rodrigo – 4º A


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

JORNAL "CEM LIMITES" - EDIÇÕES 2015

     

    O jornal do agrupamento, “Cem limites”, vai aparecer de novo, por altura do Carnaval e próximo do final do ano letivo.
    O que se sente, pensa, diz, faz, aprende, cria, imagina… na turma, em casa, na escola, na cidade, no país e no mundo, livros lidos, músicas ouvidas, filmes vistos, espetáculos assistidos, histórias inventadas, desenhos criados, viagens feitas e imaginadas é matéria para o “Cem Limites” publicar.
      Os alunos, e não só os alunos, também os pais, os funcionários e os professores, isto é, toda a comunidade educativa está convidada, e desafiada, a fazer o “Cem Limites”.
   A todos pedimos que enviem os trabalhos que querem publicar na primeira edição de 2014/2015 até ao dia 16 de janeiro para o email 100limitesjornal@gmail.com.
     Tratando-se de um jornal, os textos não poderão ser muito extensos, a escrita terá de ser uma boa escrita e o desenho, um bom desenho.
       Desenho ou escrita, precisa sempre de uma marca de autor, de um toque pessoal, para que se possa dizer que tem interesse e é original.
    Lembramos que o ano de 2015 será o “ano internacional da luz”, o que poderá mais facilmente iluminar a mente de todos nós.
A equipa do jornal do agrupamento

quinta-feira, 15 de maio de 2014

LEITURAS EM FAMÍLIA: ALUNOS DO 6.º F HOMENAGEIAM PAIS E AVÓS NA BIBLIOTECA

Exposição dos textos criados pelos alunos do 6.º F
com fotografias dos autores.


Livros produzidos,  o presente no
Dia Internacional da Família.
     













   
     O desafio foi lançado há algum tempo pelo Pelouro da Educação da Câmara Municipal do Porto e o objetivo da atividade era homenagear um elemento marcante e admirado pelos nossos alunos, em trabalhos a realizar no âmbito do projeto “O Porto a Ler+” que seriam apresentados no Dia Internacional da Família, a 15 de maio.
     Divulgou-se a ideia e os alunos do 6.º F agarraram-na, orientados pela professora Ana Castro Silva na aula de Português. Do seu trabalho resultou o livro que foi lançado hoje de manhã na nossa biblioteca.
     Pais, avós, colegas, professores e direção do Agrupamento assistiram, emocionados e orgulhosos, à leitura dos textos produzidos pelos escritores da turma F. De seguida, foi oferecido um exemplar do livro a cada aluno, que, certamente, cada um guardará na mente e no coração.
    A Dr.ª Cristina Trindade, que nos desafiou para este projeto, esteve presente representando a Câmara Municipal do Porto e testemunhou tudo. No final, deixou-nos a sua opinião: «Emocionei-me. Com o sentimento dos alunos. Com o orgulho dos seus pais e avós presentes. Com a dedicação dos professores e demais educadores desta escola. Muito obrigada por celebrarem comigo este dia.»

     Como habitualmente, as fotografias dos protagonistas:

O Dr. Emídio Isaías, Diretor do Agrupamento,
fez as honras da casa

A professora Ana Castro Silva, com a Mariana Bastos

Outros dos nossos "escrileitores":

Hugo Queiroz
Tatiana Soares
Ana Francisca













Renato Soares
Maria Mamede


Armando Salgado











Os alunos do 5.º H também estiveram presentes nesta atividade,
acompanhados pelo seu professor de Português, João Mesquita

Textos de alunos do 9.ºA e B,
que também homenagearam
familiares e amigos

Dr.ª Cristina Trindade











No final, oferta dos livros!

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

APRENDE A ESCREVER UM POLICIAL



Depois de publicar o seu mais recente e entusiasmante livro, A Sentinela, o escritor norte-americano radicado em Portugal, Richard Zimler, ofereceu aos leitores do jornal Metro dez dicas para arrancarem, de vez, com a ideia para um romance que têm há tanto tempo na gaveta. Nós partilhamo-las contigo…

1. Ler policiais de qualidade. 
Richard Zimler sugere que se comece com os clássicos, como Raymond Chandler e Dashiel Hammett, pois é essencial compreender a estrutura de um policial tradicional, sobretudo se desejarmos quebrar as regras.

2. Ler alguns mestres do policial contemporâneo, como o escritor Lawrence Block.

3. Ler os melhores escritores ditos literários: Dostoievsky, Faulkner, Flaubert, Cervantes… Aprende-se a escrever excelentes livros com os gigantes da literatura universal.

4. Escrever todos os dias, se isso for algo possível.
Zimler recomenda que se comece com contos. Um violinista nunca poderia ser um solista mundialmente conhecido sem praticar todos os dias. Ser romancista exige a mesma dedicação.

5. Focar-se nas personagens.
Um bom policial tem de ser “habitado” por pessoas únicas. Qualquer romancista tem de desenvolver a sua capacidade de criar personagens verídicas e fascinantes. E realistas. O leitor tem de acreditar nos seus pensamentos, conflitos, desejos, aventuras…

6. Não se limitar a impor as personagens nos ombros das personagens.
Em vez disso, deve-se deixar a história ser um produto das suas ações – das suas qualidades e defeitos, sonhos, fracassos, paixões, erros…

7. Reescrever continuamente. 
Não abandonar o romance em que se estiver empenhado enquanto não estiver tão bom quanto possível. Cada cena tem de ser excelente, cativante, intrigante. E tem que avançar a história!

8. Criar surpresas.
Nenhum leitor do mundo quer ler um policial que não o surpreenda! Mas não se deve deixar a história refém das reviravoltas – as surpresas não devem ser inacreditáveis ou melodramáticas.

9. Escrever para um leitor-tipo perspicaz e sensível. 
Nunca ninguém escreveu um excelente policial para uma audiência de pessoas pouco inteligentes!

10. Não pensar no mercado.
Enquanto se estiver a escrever, não se deve pensar nas vendas, nem no editor, nem nos leitores futuros. Cada um deve escrever para si, pois quem escreve tem de adorar o próprio livro. É a única maneira de escrever um grande romance!

Deves ter reparado que, nestas dez dicas, Richard Zimler utiliza várias vezes o verbo ler. Não é à toa que se diz que para se escrever um livro é preciso ler uma biblioteca inteira…


Jornal "Metro", em 18 de outubro.
(Adaptado)

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

VALE A PENA PENSAR NISTO: LER E ESCREVER - UM CAMINHO PARA A LIBERDADE?

       

                                                           Deixa um grande vazio o rei ao sair
                                                           E a princesinha põe-se a escrever:

                                                          «Não quero casar-me, nem ter palácios
                                                           Nem ricos brilhantes, nem belos topázios

                                                          «O que eu desejo não se pode comprar,
                                                          Nunca esteve à venda, é a liberdade.

                                                         «Ser livre ao ler, ser livre ao escrever
                                                         Combinar palavras que eu queira unir.»

Beatriz Barrocal Pérez, La princesa que quería escrivir, 
Amigos de Papel
(Tradução livre)

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

EXPOSIÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS - UM BREVE BALANÇO


A Exposição de Instrumentos Musicais terminou. Resta-nos apenas fazer um breve balanço, que é francamente positivo.
Como os instrumentos eram provenientes dos mais diversos países e alguns deles eram muito raros, esta foi uma boa oportunidade para aumentar a “literacia musical” da nossa comunidade, através da leitura, do desenho e da experimentação. 
Além de colaborarem com esta iniciativa desenhando instrumentos musicais que enriqueceram a exposição e, obviamente, de construírem novos olhares e sentidos sobre o mundo da música, os visitantes  emitiram a sua opinião. Conhece algumas:

Adorei! Tem instrumentos lindíssimos.
Francisca, 6.º A

Gostei de ler a história do flautista de Hamelin e de conhecer curiosidades sobre o didgeridoo.
Anónimo

Gostei de visitar esta exposição, pois vi instrumentos curiosos e antigos. Fiquei a saber mais sobre música.
Sara Rodrigues, 6.º F

Nesta exposição vi uma espécie de viola com a carapaça de um animal [tatu]. Achei muito interessante! Vi e aprendi muitas coisas!
Núria, 6.º F

Gostei muito da exposição, especialmente da taça tibetana e da kora do Senegal.
Sofia, 6.º A

Muito bom. Os instrumentos são bem diferentes dos que normalmente conhecemos. Uma bela experiência e um incentivo aos pequenotes.
Natália Póvoa (Mãe do Rodrigo Póvoa, 5.º A)

Adorei. Tem muitos instrumentos que ninguém conhece. Gostei de saber curiosidades sobre a música.
João M., 9.º A

Eu acho que os instrumentos são maravilhosos e a informação dos painéis também. A música é maravilhosa.
Alice, 5.º C

Fantástico! Absolutamente fantástico! Até os textos são uma fonte informativa da belíssima música.
António, 9.º B

Acho esta exposição de instrumentos musicais espetacular. Dou os meus parabéns a quem a decidiu organizar. Com isto pude aprender mais sobre instrumentos e também pude deixar a minha imaginação voar.
Maria, 6.º F

Gostei muito deste incentivo aos alunos deste agrupamento feito por esta exposição. Boa novidade para eles saberem mais sobre estes assuntos.
Maria Campos (Mãe do Rúben Campos, 5.º A)

A exposição de instrumentos musicais é muito interessante, pois apresenta instrumentos muito antigos, de várias origens, o que leva  os visitantes a terem conhecimento de outras culturas. Parabéns!
Sr. Ernesto Pereira (funcionário da Escola)

Fantásticos instrumentos, muito originais e com cores lindíssimas. Muito interessante.
Prof.ª Fátima Neto

Parabéns aos promotores desta iniciativa. A exposição está muito interessante. Gostei imenso.

Dr. Emídio Isaías (Diretor do agrupamento)

Os alunos da turma F do 6.º ano, que nos visitaram juntamente com a professora de Português, Ana Castro Silva, redigiram a notícia que se segue:

Dia da Música na Biblioteca

Decorreu na semana de 30 a 4 de outubro na biblioteca da nossa escola, uma exposição no âmbito do dia Mundial da Música, que se comemora a 1 de outubro.
Nesta exposição tivemos oportunidade de ver vários instrumentos musicais, como flautas, adufes, bongós, maracas, alaúdes, pandeiretas, Kalimbes e muitos mais. Alguns deles eram muito antigos e valiosos, outros curiosos e divertidos. Como uma viola feita de carapaça de tatu! Encontravam-se expostas algumas biografias de compositores célebres, como Beethoven e Mozart, assim como curiosidades sobre a música. Ficamos a saber que o órgão é o instrumento musical de maiores proporções, e que alguns animais são verdadeiros artistas musicais: como os grilos, os rouxinóis, e ainda algumas baleias.
Foi, sem dúvida, uma visita enriquecedora!
Turma do 6º F

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

AGORA O ESCRITOR ÉS TU!


     Neste ano letivo, a VISÃO lança um novo desafio às escolas do ensino básico: continuarem uma história de um autor português. Participa!

     Única revista inserida no Plano Nacional de Leitura, a Visão Júnior lança todos os anos um desafio de leitura e de escrita às escolas, seguindo assim a aquilo que se comprometeu no seu estado editorial: combater a iliteracia e incentivar o gosto pelos livros.
    
     Inspirando-nos nos princípios da escrita criativa, e partindo das Metas Curriculares, os objetivos desta iniciativa são que os alunos leiam o livro, escrevam a continuação da história e, depois, criem uma nova capa. Todos os trabalhos participantes serão publicados no site da VISÃO Júnior, em www.visaojunior.sapo.pt. As quatro turmas vencedoras terão a oportunidade de se encontrar com o autor da história «original» nas instalações da VISÃO Júnior, mostrar-lhe o novo final (lendo-o ou fazendo até uma pequena recriação) e entrevistá-lo. A entrevista será depois publicada numa edição da VISÃO Júnior. Entre o 7.º e 9.º anos, a iniciativa é aberta a estudantes em nome individual (ou a grupos), e não apenas a turmas. Os alunos poderão participar a partir da biblioteca da escola, sob orientação da professora bibliotecária.
     
     Este ano, as obras escolhidas são:
          1.º ano: Destrava-Línguas, de Luísa Ducla Soares
          2.º ano: Estranhões e Bizarrocos, de José Eduardo Agualusa
          3.º ano: A Arca do Tesouro, de Alice Vieira
          4.º ano: Teatro às três Pancadas, de António Torrado
          5.º ano: Contos e Lendas de Portugal e do Mundo, de João Pedro Mésseder e Isabel Ramalhete
          6.º ano: Pedro Alecrim, de António Mota
          7.º ano: A substância do Amor e Outras Crónicas, de José Eduardo Agualusa
          8.º e 9.º anos: A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho, de Mário Cláudio

     Em www.visaojunior.sapo.pt encontrm-se todas as informações sobre esta iniciativa.

Fonte: Visão Júnior, n.º112, setembro, 2013

terça-feira, 3 de setembro de 2013

LIVROS DO MÊS DE SETEMBRO

Glyrmandia, de Rebeca Amorim Csalog

     Rebeca Amorim Csalog começou a escrever Glyrmandia pouco antes de fazer 13 anos e terminou-o com quase 15. Tudo por causa de um trabalho de casa de Língua Portuguesa que se prolongou entusiasticamente para além das três páginas pedidas. Um ano e pouco para pesquisar e escrever, outro para rever e o universo de Glyrmandia completou-se com muito trabalho («escrevia todos os fins de semana e nas férias») , mas também muita satisfação pessoal: «Foi por isso que escrevi, por prazer, não que quisesse ter um livro editado. Estava a adorar inventar um mundo só meu.»
     Escreveu a história «que gostava de ter lido aos treze anos, quando era uma devoradora de fantasia». Por isso tudo fluiu naturalmente, próximo dos livros que lia naquela altura: Harry Potter, As Crónicas de Nárnia, As Brumas de Avalon, Eragon, Alice no País das Maravilhas, A História Interminável e outros do mesmo género. «Sei que, acima de tudo, sou uma boa leitora e é daí que vem o gosto pela escrita. Siddhartha, Crime e Castigo, Cem Anos de Solidão, Os Maias e 1984 são alguns dos livros que mais me influenciaram recentemente.»
     Caso escrevesse agora, Rebeca sabe que seria totalmente diferente de Glyrmandia. No entanto, aos treze anos, influenciada pelas leituras que então fazia, escreveu uma história cujo protagonista, Daniel, tem 13 anos e, embora esteja habituado a viajar bastante, vai pela primeira vez à Índia com os pais e a irmã, visitar a avó que aí vive. Mas, a meio da viagem, o comboio é atacado por rebeldes e Daniel dá por si sozinho, perdido no meio da selva indiana. 
     A partir daqui, uma aventura era inevitável, mas Daniel nunca poderia sequer ter sonhado que tomasse as proporções que tomou: que o levasse a conhecer o mundo paralelo de Glyrmandia e os companheiros que, tal como ele, foram recrutados para uma missão tão cheia de perigos como de maravilhas. Uma Criança, sábia e todo-poderosa, reina em Vissok Melleteton e precisa de segurança para poder crescer e manter assim o equilíbrio entre os mundos. 
     Conseguirão Daniel, Kyra, Peter, Ayana, Tião, Shao Ling e Claire salvar Glyrmandia – e salvarem-se a si próprios – dos planos do infeliz e maléfico Raikzar? E conseguirão voltar para as suas famílias, ou mergulharão para sempre no negrume que ameaça a luminosa Glyrmandia e, por arrasto, o nosso mundo?          Descobre as respostas em Glyrmandia, o primeiro livro de Rebeca, uma jovem que, além de gostar de ler e escrever, também tem um percurso no mundo da música, iniciado aos 6 anos, quando começou a tocar harpa e violino no Conservatório de Lisboa.


A livraria noite e dia do Senhor Penumbra, de Robin Sloan 

     A grande recessão fez com que Clay Jannon perdesse o seu emprego confortável, mas previsível, como web designer; contudo, a sorte, a pura curiosidade e a sua capacidade de subir e descer um escadote como um macaco permitem-lhe encontrar emprego no turno da noite da misteriosa Livraria Noite e Dia - gerida pelo não menos misterioso A. PenumbraApós algumas noites de trabalho, os mistérios sucedem-se: a livraria tem pouquíssimos clientes, mas eles vêm repetidamente e parecem nunca comprar nada, limitando-se a «pedir emprestados» uns volumes obscuros dos recantos ainda mais obscuros da livraria, segundo um acordo com o excêntrico livreiro.
     Apesar dos avisos do seu novo patrão, Clay não resiste a analisar o comportamento dos seus clientes e a tentar descobrir de que tratam aqueles estranhos volumes e exatamente o que se passa nesta bizarra livraria. No entanto, os segredos que descobre (com a ajuda de uma namorada que trabalha na Google e um bando de amigos geeks e techies) vão muito além das paredes da Livraria Noite e Dia… um mistério tão vasto que só pode caber dentro de um livro!

Críticas de imprensa 
          «Este romance é ao mesmo tempo uma declaração de amor pelos livros em si, uma meditação sobre o potencial da tecnologia, uma aventura emocionante e uma elegia.» 
The New York Times Book Review 
          «Este é certamente um dos livros mais inteligentes e divertidos que vai ler este ano; carismático, cheio de humor e magia.»
NPR Books 
         «Que livro fantástico… Adorei entrar no mundo que Robin Sloan criou; uma verdadeira celebração do livro, seja ele digital ou em papel.»
Wired

  Fonte: Revista «Ler» e textos das contracapas.